nf-e de qualquer espécie
venda, devolução, remessa, bonificação, transferência entre filiais — e também importação. não é só a nota de saída do dia a dia.
inclusive operações de importaçãotributação configurada uma vez no produto e aplicada em toda venda, com o documento transmitido no fechamento, contingência quando a sefaz cai e o pacote do mês pronto para o contador — sem ninguém redigitar nada.
sem cobrança por documento emitido · xml guardado pelo prazo legal
enquanto tudo funciona, ninguém pensa nele. aí a nota rejeita com a loja cheia, o contador pede um arquivo que ninguém sabe onde está, e a apuração do mês vira uma noite inteira conferindo cadastro de produto.
o trabalho fiscal difícil é o de configuração — e ele acontece uma vez. depois disso, é a operação rodando.
venda, devolução, remessa, bonificação, transferência entre filiais — e também importação. não é só a nota de saída do dia a dia.
inclusive operações de importaçãoemissão no balcão sem cobrança por documento, com danfe impresso ou enviado por e-mail e xml guardado pelo prazo legal.
sem franquia mensala regra não fica presa ao produto: o mesmo item é tributado conforme o cliente, o destino e o regime. um cadastro, vários comportamentos.
ver como funciona logo abaixoo preço de venda é calculado na entrada da mercadoria conhecendo a carga tributária real — e ela é diferente no simples nacional e no regime normal.
a mesma peça, dois preços corretosquando a sefaz cai, a venda continua e o documento é transmitido assim que o serviço volta. a loja não para.
a fila transmite sozinhacarta de correção, cancelamento dentro do prazo e nota de devolução — cada um refletindo no estoque e no financeiro.
rastro completo do documentoa maioria dos sistemas amarra a tributação ao cadastro do produto: um item, uma regra. funciona até o dia em que você vende para outro estado, para um consumidor final ou para um cliente com benefício — e aí ou sai errado, ou alguém cria um produto duplicado só para dar conta.
no biju a tributação é um perfil, aplicado pelo contexto da venda: quem é o cliente, para qual estado vai, que legislação específica incide e em que regime a empresa está — inclusive regimes com benefício fiscal.
quem é do simples nacional emite tanto para contribuinte quanto para não contribuinte, com o tratamento correto em cada caso, sem manter dois cadastros do mesmo item.
o balconista não escolhe o perfil — ele vende. o sistema aplica o que corresponde àquela combinação.
a reforma é a maior mudança fiscal em décadas, e a pergunta que todo empresário está fazendo ao contador e ao fornecedor de sistema é a mesma: “e o meu sistema, vai estar pronto?”
no biju a configuração para gerar ibs e cbs já está em pé. não é promessa de roadmap nem “estamos acompanhando de perto” — é o sistema preparado para emitir com os novos tributos quando a sua operação precisar.
quem entrega isso em cima da hora entrega correndo. e correria, em fiscal, custa caro.
o problema do sped não é gerar o arquivo — é descobrir que ele estava errado depois que o contador transmitiu. aí a correção é retificação, com prazo e custo.
o biju tem um módulo para pré-visualizar e validar a efd icms antes do envio. você abre o arquivo, confere o que ele está declarando e resolve a inconsistência enquanto ainda é ajuste de cadastro — não obrigação retificada.
quem confere é quem conhece a operação — e ainda dá tempo de arrumar.
no dia 1º o contador pede sempre a mesma coisa. em vez de alguém garimpar arquivo em quatro lugares, o fechamento já está montado — e ele pode ter acesso direto, se você quiser.
quase toda rejeição da sefaz tem origem num cadastro incompleto ou numa regra que mudou. dá para ver isso antes de transmitir — e é o que a biju.ia faz.
quanto melhor o cadastro do produto e do cliente na hora de vender, menos exceção fiscal depois. os dois módulos são o mesmo caminho.
30 dias grátis, sem cartão. instale o certificado, teste em homologação e transmita de verdade quando estiver seguro.
configure a conta em poucos minutos · sem cobranças durante o teste · cancele quando quiser