biju fiscal · já configurado para ibs e cbs

a nota sai na hora da venda

tributação configurada uma vez no produto e aplicada em toda venda, com o documento transmitido no fechamento, contingência quando a sefaz cai e o pacote do mês pronto para o contador — sem ninguém redigitar nada.

sem cobrança por documento emitido · xml guardado pelo prazo legal

a diferença

o fiscal só aparece quando dá problema

enquanto tudo funciona, ninguém pensa nele. aí a nota rejeita com a loja cheia, o contador pede um arquivo que ninguém sabe onde está, e a apuração do mês vira uma noite inteira conferindo cadastro de produto.

antesemitir nota é uma segunda digitação, num sistema separado, com risco de sair diferente da venda.
agoraa nota é a própria venda transmitida — não tem como divergir do que foi vendido.
agorao erro de cadastro é apontado antes de transmitir, e não como rejeição da sefaz na frente do cliente.
todo o ciclo do documento

não é só emitir

emissãonf-e no pedido, nfc-e no balcão — a partir da venda que já existe.
✏️carta de correçãopara o que a legislação permite ajustar depois de autorizada.
🚫cancelamentodentro do prazo, com estoque e financeiro voltando junto.
↩️devoluçãonota de entrada gerada a partir da saída original, sem redigitar.
o que tem dentro

a obrigação cumprida sem virar projeto

o trabalho fiscal difícil é o de configuração — e ele acontece uma vez. depois disso, é a operação rodando.

nf-e de qualquer espécie

venda, devolução, remessa, bonificação, transferência entre filiais — e também importação. não é só a nota de saída do dia a dia.

inclusive operações de importação

nfc-e ilimitada

emissão no balcão sem cobrança por documento, com danfe impresso ou enviado por e-mail e xml guardado pelo prazo legal.

sem franquia mensal

perfis de tributação

a regra não fica presa ao produto: o mesmo item é tributado conforme o cliente, o destino e o regime. um cadastro, vários comportamentos.

ver como funciona logo abaixo

calculadora de preços por regime

o preço de venda é calculado na entrada da mercadoria conhecendo a carga tributária real — e ela é diferente no simples nacional e no regime normal.

a mesma peça, dois preços corretos

contingência

quando a sefaz cai, a venda continua e o documento é transmitido assim que o serviço volta. a loja não para.

a fila transmite sozinha

cancelamento, correção e devolução

carta de correção, cancelamento dentro do prazo e nota de devolução — cada um refletindo no estoque e no financeiro.

rastro completo do documento
perfis de tributação

o mesmo produto não tem uma tributação só

a maioria dos sistemas amarra a tributação ao cadastro do produto: um item, uma regra. funciona até o dia em que você vende para outro estado, para um consumidor final ou para um cliente com benefício — e aí ou sai errado, ou alguém cria um produto duplicado só para dar conta.

no biju a tributação é um perfil, aplicado pelo contexto da venda: quem é o cliente, para qual estado vai, que legislação específica incide e em que regime a empresa está — inclusive regimes com benefício fiscal.

quem é do simples nacional emite tanto para contribuinte quanto para não contribuinte, com o tratamento correto em cada caso, sem manter dois cadastros do mesmo item.

📦 um cadastro: filtro de óleo
para quem vendecontextoperfil
oficinacontribuintemesmo estadoperfil A
consumidor finalnão contribuintemesmo estadoperfil B
revendacontribuinteoutro estadoperfil C
cliente com benefícioregime específicoconforme a legislaçãoperfil D

o balconista não escolhe o perfil — ele vende. o sistema aplica o que corresponde àquela combinação.

reforma tributária

o ibs e o cbs já estão configurados

a reforma é a maior mudança fiscal em décadas, e a pergunta que todo empresário está fazendo ao contador e ao fornecedor de sistema é a mesma: “e o meu sistema, vai estar pronto?”

no biju a configuração para gerar ibs e cbs já está em pé. não é promessa de roadmap nem “estamos acompanhando de perto” — é o sistema preparado para emitir com os novos tributos quando a sua operação precisar.

quem entrega isso em cima da hora entrega correndo. e correria, em fiscal, custa caro.

configurado, não prometidoa estrutura para gerar ibs e cbs está no sistema — não numa lista de coisas a fazer.
🧾no mesmo documento de sempreo novo tributo aparece na nota que a sua loja já emite, sem processo paralelo para aprender.
🧭sem virada de chave arriscadaa preparação acontece antes da obrigatoriedade apertar — que é o único jeito de não descobrir problema no dia.
efd icms

o arquivo é conferido antes de sair da sua mão

o problema do sped não é gerar o arquivo — é descobrir que ele estava errado depois que o contador transmitiu. aí a correção é retificação, com prazo e custo.

o biju tem um módulo para pré-visualizar e validar a efd icms antes do envio. você abre o arquivo, confere o que ele está declarando e resolve a inconsistência enquanto ainda é ajuste de cadastro — não obrigação retificada.

a ordem que muda tudo
como costuma ser gera o arquivo → manda para o contador → ele transmite → o erro aparece → retifica
como fica aqui gera o arquivo → pré-visualiza e valida → corrige o que estiver errado → manda para o contador

quem confere é quem conhece a operação — e ainda dá tempo de arrumar.

contabilidade

o pacote do mês sai pronto

no dia 1º o contador pede sempre a mesma coisa. em vez de alguém garimpar arquivo em quatro lugares, o fechamento já está montado — e ele pode ter acesso direto, se você quiser.

📦xml do períodoentradas e saídas, autorizadas e canceladas, no arquivo que ele espera receber.
📄efd icms validadagerada do movimento real e já conferida por você antes de chegar nele.
📊apuração e livrosicms, st, pis e cofins apurados por período, com o detalhe atrás de cada valor.
🔑acesso do contadorum perfil só de leitura para ele buscar sozinho, sem passar pelo seu time.
o fechamento deixa de ser uma semana de trabalho e vira uma conferência.
biju.ia

a rejeição que não vai acontecer

quase toda rejeição da sefaz tem origem num cadastro incompleto ou numa regra que mudou. dá para ver isso antes de transmitir — e é o que a biju.ia faz.

01
produto com cadastro frágilncm genérico, cest ausente ou cfop incompatível com a operação, sinalizados antes da venda.
02
divergência de tributaçãoo mesmo item saindo com cst diferente entre notas é apontado como provável erro.
03
documento paradonota em contingência que não transmitiu e prazo de cancelamento perto de estourar.
04
certificado vencendoo aviso chega com antecedência, não no dia em que a loja não consegue mais emitir.

a nota nasce da venda

quanto melhor o cadastro do produto e do cliente na hora de vender, menos exceção fiscal depois. os dois módulos são o mesmo caminho.

ver vendas →

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