case · Center Hospitalar · São Luís, MA

o material sai antes de virar venda

material hospitalar tem uma inversão que quase nenhum sistema entende: o produto vai para o hospital antes da cirurgia, fica lá em consignação, e só depois se descobre o que foi usado. o que entrou em sala vira nota; o resto volta. e o que não for registrado direito simplesmente não é faturado.

empresa
Center Hospitalar
onde
São Luís, MA
segmento
material hospitalar
estrutura
múltiplos cnpj, regimes distintos
o desafio
faturar o que foi usado em sala
a relação
demandas dela evoluíram o produto
o coração da operação

estoque que está na mão do hospital

a remessa sai antes de existir venda. entre a saída e a nota há uma coleta de dados que sustenta o faturamento inteiro — data da cirurgia, médico, convênio e o que mais aquele convênio exigir. quando isso vive em planilha e grupo de whatsapp, o que se perde não é organização: é receita, na forma de material usado que ninguém faturou.

o material sai, mas continua sendo seua remessa vai para o hospital e o saldo segue controlado como estoque da empresa, num local remoto.
a cirurgia aconteceparte do material é usada em sala, parte não. até aqui, nada foi faturado.
os dados são coletadosdata, médico responsável e convênio registrados no próprio movimento — não num caderno que alguém precisa transcrever depois.
e o caminho se divide cada item resolve do jeito dele, no mesmo controle.
usado em salavira faturamento, com os dados da cirurgia já amarrados ao documento.
não usadoretorna e volta ao saldo disponível para a próxima remessa.
o fiscal

nota complexa é a nota do dia a dia

neste ramo a nota simples é exceção. remessa para consignação, retorno do que não foi usado, faturamento contra convênio, operação entre filiais — cada uma com o seu tratamento, e nenhuma parecida com a venda de balcão que os sistemas assumem como padrão.

a empresa opera com múltiplos cnpj em regimes de tributação diferentes. o mesmo produto precisa ser tributado de um jeito numa empresa do grupo e de outro na seguinte — o que só funciona porque a tributação é perfil aplicado pelo contexto, não regra fixa no cadastro do item.

o que o dia exige

remessa e retorno de consignação, com o estoque remoto acompanhando cada movimento.

faturamento com os dados da cirurgia amarrados ao documento, do jeito que o convênio pede.

lote, validade e registro anvisa acompanhando o produto até a nota.

cada cnpj do grupo no seu regime, sem duplicar o cadastro de produto.

como funcionam os perfis de tributação →

a equipe na rua

o que sai da empresa precisa ter prova

material de alto valor circulando entre empresa, hospitais e clientes exige mais do que confiança: exige registro. o aplicativo cobre as duas pontas — quem visita e quem entrega.

check-in de vendedor externo

a visita ao hospital ou ao cliente fica registrada com localização, no momento em que acontece. o roteiro do dia deixa de ser relato e passa a ser dado.

registro no ato, não no fim do dia

entrega comprovada

quem recebe assina na tela, o entregador fotografa e o gps grava onde aquilo aconteceu. a comprovação nasce junto com a entrega.

foto, assinatura e localização

a dúvida tem resposta

quando alguém questiona se o material chegou, quando e para quem, a resposta está no sistema — não na memória de quem fez a entrega há três semanas.

rastro que resiste à cobrança
estoque e financeiro

conferência precisa, dinheiro no mesmo lugar

com material de alto valor e controle por lote e validade, contar errado custa caro. as conferências ficaram mais precisas porque a contagem passou a ser feita no celular, item a item, com o saldo indo direto para o sistema.

e o financeiro não vive à parte: o que foi faturado vira título, a cobrança acompanha, e o recebimento fecha no mesmo ambiente em que a operação acontece — sem exportar nada para conciliar depois.

📦
conferência item a itempelo celular, com saldo direto no erp
preciso
🏥
estoque remotoo que está em consignação no hospital
🧾
lote e validadecom registro anvisa até a nota
💰
financeiro integradofaturou, virou título

as operações de estoque do consignado — remessa, retorno, baixa por uso — alimentam o mesmo saldo que o inventário confere.

a relação

boa parte disso nasceu de uma conversa

este case tem uma diferença: não é a história de uma empresa que encontrou um sistema pronto. é a de uma relação próxima, em que a demanda do cliente virou desenvolvimento — muitas das ferramentas que estão nesta página evoluíram para dar conta de necessidades que a Center Hospitalar trouxe.

consignação com coleta de dados cirúrgicos não é recurso que se planeja num escritório. ele aparece quando alguém que vive a operação diz “aqui funciona assim, e o sistema não entende”.

o cliente apontaa necessidade real, do jeito que ela acontece na operação
a ferramenta evoluio desenvolvimento resolve o problema concreto, não o genérico
todo mundo ganhao recurso entra no produto e passa a servir os demais clientes

é isso que queremos dizer quando falamos que o biju evolui: não é roadmap decidido de longe. é operação de cliente virando recurso — e recurso virando padrão para quem vier depois. como a evolução funciona →

a sua operação também é fora do padrão?

consignação, estoque remoto, nota complexa, vários cnpj em regimes diferentes. se o seu ramo tem uma regra que os sistemas genéricos não entendem, é exatamente essa conversa que a gente gosta de ter.