check-in de vendedor externo
a visita ao hospital ou ao cliente fica registrada com localização, no momento em que acontece. o roteiro do dia deixa de ser relato e passa a ser dado.
registro no ato, não no fim do diamaterial hospitalar tem uma inversão que quase nenhum sistema entende: o produto vai para o hospital antes da cirurgia, fica lá em consignação, e só depois se descobre o que foi usado. o que entrou em sala vira nota; o resto volta. e o que não for registrado direito simplesmente não é faturado.
a remessa sai antes de existir venda. entre a saída e a nota há uma coleta de dados que sustenta o faturamento inteiro — data da cirurgia, médico, convênio e o que mais aquele convênio exigir. quando isso vive em planilha e grupo de whatsapp, o que se perde não é organização: é receita, na forma de material usado que ninguém faturou.
neste ramo a nota simples é exceção. remessa para consignação, retorno do que não foi usado, faturamento contra convênio, operação entre filiais — cada uma com o seu tratamento, e nenhuma parecida com a venda de balcão que os sistemas assumem como padrão.
a empresa opera com múltiplos cnpj em regimes de tributação diferentes. o mesmo produto precisa ser tributado de um jeito numa empresa do grupo e de outro na seguinte — o que só funciona porque a tributação é perfil aplicado pelo contexto, não regra fixa no cadastro do item.
✓remessa e retorno de consignação, com o estoque remoto acompanhando cada movimento.
✓faturamento com os dados da cirurgia amarrados ao documento, do jeito que o convênio pede.
✓lote, validade e registro anvisa acompanhando o produto até a nota.
✓cada cnpj do grupo no seu regime, sem duplicar o cadastro de produto.
material de alto valor circulando entre empresa, hospitais e clientes exige mais do que confiança: exige registro. o aplicativo cobre as duas pontas — quem visita e quem entrega.
a visita ao hospital ou ao cliente fica registrada com localização, no momento em que acontece. o roteiro do dia deixa de ser relato e passa a ser dado.
registro no ato, não no fim do diaquem recebe assina na tela, o entregador fotografa e o gps grava onde aquilo aconteceu. a comprovação nasce junto com a entrega.
foto, assinatura e localizaçãoquando alguém questiona se o material chegou, quando e para quem, a resposta está no sistema — não na memória de quem fez a entrega há três semanas.
rastro que resiste à cobrançacom material de alto valor e controle por lote e validade, contar errado custa caro. as conferências ficaram mais precisas porque a contagem passou a ser feita no celular, item a item, com o saldo indo direto para o sistema.
e o financeiro não vive à parte: o que foi faturado vira título, a cobrança acompanha, e o recebimento fecha no mesmo ambiente em que a operação acontece — sem exportar nada para conciliar depois.
✳as operações de estoque do consignado — remessa, retorno, baixa por uso — alimentam o mesmo saldo que o inventário confere.
este case tem uma diferença: não é a história de uma empresa que encontrou um sistema pronto. é a de uma relação próxima, em que a demanda do cliente virou desenvolvimento — muitas das ferramentas que estão nesta página evoluíram para dar conta de necessidades que a Center Hospitalar trouxe.
consignação com coleta de dados cirúrgicos não é recurso que se planeja num escritório. ele aparece quando alguém que vive a operação diz “aqui funciona assim, e o sistema não entende”.
é isso que queremos dizer quando falamos que o biju evolui: não é roadmap decidido de longe. é operação de cliente virando recurso — e recurso virando padrão para quem vier depois. como a evolução funciona →
consignação, estoque remoto, nota complexa, vários cnpj em regimes diferentes. se o seu ramo tem uma regra que os sistemas genéricos não entendem, é exatamente essa conversa que a gente gosta de ter.