biju estoque · da nota do fornecedor à vitrine online

o saldo na tela é o que está na prateleira

estoque só serve para alguma coisa se o número for confiável — e quase nenhum é. se o seu está bagunçado, você não é exceção: é o caso normal. o que falta não é força de vontade para arrumar, é ferramenta que arrume junto com a operação rodando.

notas baixadas da sefaz · inventário pelo celular · vitrine que respeita o saldo

antes de começar

o seu estoque está bagunçado. o de todo mundo está

essa é a conversa que todo mundo evita. produto cadastrado três vezes, saldo que nunca bateu, item que ninguém sabe se ainda existe na prateleira, nota de fornecedor que nunca foi lançada. quem vende sistema finge que o cliente chega organizado — e quem compra sente que precisa arrumar tudo antes.

não precisa. a bagunça é o ponto de partida normal, e cada pedaço dela tem uma ferramenta correspondente aqui.

o mesmo produto cadastrado com três nomes, e ninguém acha nenhum deles cadastro padronizado com iana entrada da mercadoria, quando o item volta a aparecer
o saldo do sistema nunca bateu com a prateleira, e faz tempo demais para começar a contar inventário pelo celularvárias pessoas contando ao mesmo tempo, sem comprar coletor
nota de fornecedor que chegou por whatsapp, se perdeu, e a mercadoria entrou sem lançamento notas baixadas da sefazaparecem sozinhas, não dependem de alguém guardar arquivo
produto sem foto, sem classificação, sem marca — impossível montar catálogo ou vender online foto pelo app e classificação automáticao catálogo se monta enquanto a loja se organiza
ninguém sabe o que está encalhado, então o dinheiro continua indo para o que não gira sugestão de compraso que repor e o que liquidar, com o histórico na mão

não existe um dia em que o estoque fica pronto e aí você começa a usar o sistema. é ao contrário: o sistema é como o estoque fica pronto — e ele vai melhorando enquanto a loja continua vendendo.

a entrada

a nota do fornecedor chega sozinha

o jeito antigo é constrangedor de tão manual: o fornecedor emite a nota, você pede o xml, ele manda por e-mail ou whatsapp, alguém baixa o arquivo, importa no sistema e torce para ser a versão certa. quando o arquivo se perde, começa tudo de novo.

o biju baixa a nota direto da sefaz. assim que o fornecedor emite contra o seu cnpj, ela aparece no erp — sem ninguém trafegar arquivo, sem depender da boa vontade de quem vendeu.

a nota aparecebaixada da sefaz assim que o fornecedor emite contra o seu cnpj.
a mercadoria é conferidabipando o que chegou contra o que veio na nota, pela câmera do celular.
o preço é calculadocusto, imposto e margem na mesma conta, na hora da entrada — não numa planilha depois.
a etiqueta saino formato da sua etiquetadora, com o código que o sistema conhece.
a conta entra a pagara entrada alimenta o contas a pagar com o título do fornecedor — sem lançar a mesma nota duas vezes.
cadastro de produto

o mesmo item, três nomes diferentes

quando um produto novo chega na nota do fornecedor, ele vem com a descrição que o fornecedor digitou — abreviada, em caixa alta, com a marca no meio do nome ou fora dele. quem cadastra às pressas repete isso no sistema.

meses depois o estrago aparece: o balconista não acha a peça porque procurou pelo outro nome, o inventário conta como se fossem itens distintos e a sugestão de compras divide o giro entre dois cadastros do mesmo produto.

dentro da entrada de mercadoria, o produto pode ser criado com ia: ela padroniza o nome, separa a marca e classifica o item seguindo o padrão que a sua base já usa — na hora em que a mercadoria entra, que é quando ainda dá para fazer certo.

como chega e como fica
na notaFLT OLEO TECFIL PSL560
na notafiltro de oleo tecfil
na notaFILTRO ÓLEO - TECFIL PSL 560
↓ padronizado no cadastro
no erp Filtro de óleo PSL560marca: Tecfil · classificação: filtros · um cadastro só

busca que encontra, inventário que soma certo e giro que não fica dividido.

lote e validade

tem produto que não é só um código e uma quantidade

medicamento, material hospitalar, alimento, cosmético: nesses ramos o mesmo item tem lotes diferentes, validades diferentes e dados regulatórios que precisam acompanhar a mercadoria até a nota.

o biju controla lote, validade, registro anvisa e os demais dados exigidos para esse tipo de produto — no cadastro, no saldo e no documento fiscal. o saldo deixa de ser um número só e passa a saber de qual lote ele é.

o mesmo item, lotes distintos
loteL-24081
validade11/2027
loteL-23114
validade02/2027 · vence antes
registro anvisaacompanha o produto até a nota fiscal

saber qual lote está vencendo é o que permite girar antes de perder — e responder rápido quando um lote precisa ser localizado.

conferência e inventário

contar deixou de depender de comprar aparelho

a conferência que não acontece é sempre a mesma história: exige coletor de dados, coletor é caro, então tem um só — e com um aparelho só, contar a loja inteira vira projeto. com o celular que a equipe já tem, vira rotina.

inventário pelo aplicativo

a contagem é feita no celular, lendo o código pela câmera. dá para colocar várias pessoas contando ao mesmo tempo, cada uma numa parte da loja.

o saldo vai direto para o erp

foto do produto pelo celular

fotografe o item pelo app e a imagem sobe direto para o cadastro no erp, já com a marca d'água aplicada. sem passar por computador, sem editar depois.

catálogo montado enquanto se organiza a loja

etiquetas em vários formatos

impressão a partir do próprio cadastro, no formato que a sua etiquetadora usa. o código na embalagem é o mesmo que o balcão lê.

gôndola, produto pequeno ou caixa

o mesmo aplicativo faz venda, entrega e cobrança — conheça o força operacional →

vitrine online

acabou o produto? sai do ar sozinho

vender online o que não existe é o pior tipo de venda: você recebe, o cliente comemora, e alguém precisa ligar depois para desfazer. custa o pedido e custa a confiança.

a integração com nuvemshop e vendizap exibe somente os produtos com disponibilidade real. quando o saldo zera, o item sai da vitrine — sem ninguém precisar lembrar de desativar.

o saldo manda na vitrine
Filtro de óleo14 em estoqueno ar
Pastilha de freio3 em estoqueno ar
Correia dentada0 em estoquesaiu do ar
Vela de ignição22 em estoqueno ar

quando o estoque voltar, o produto volta para a vitrine na mesma lógica.

sugestão de compras

o que comprar — e o que parar de comprar

a maior parte dos sistemas responde só metade da pergunta: o que está acabando. mas dinheiro parado em prateleira é tão caro quanto venda perdida por falta.

a sugestão de compras do biju olha os dois lados. o que o giro pede para repor, e o que está encalhado e precisa liquidar antes de virar prejuízo. quem decide continua sendo você — o sistema entrega a análise, não a ordem.

o que repor

produto com giro alto e saldo caindo aparece antes de faltar — na quantidade que o histórico justifica, não no chute.

o que liquidar

item parado há tempo demais, ocupando espaço e capital. é a parte que ninguém olha e que costuma explicar por que falta dinheiro para comprar o que vende.

transformação de produtos

quando o que entra não é o que sai

tem ramo em que o produto comprado não é o produto vendido. o açougue compra a peça e vende os cortes; a mesma lógica vale para quem monta kit, fraciona, embala ou industrializa.

a transformação registra isso no estoque: o item de origem baixa, os itens resultantes entram, e o custo acompanha a operação — em vez de alguém dar baixa manual e inventar o custo de cada corte.

entra peça inteira comprada do fornecedor, com o custo da nota
sai vários itens de venda cada um com o seu preço, o seu código e o seu saldo

açougues, hortifrútis, quem monta kit ou fraciona embalagem — o estoque acompanha a transformação.

consignado

o estoque que está na mão do cliente

quem trabalha com material hospitalar conhece a situação: o material vai para o hospital antes da cirurgia, fica lá em consignação, e só depois se sabe o que foi usado. o que entrou em sala vira faturamento; o que não foi usado volta para a empresa.

no meio disso existe uma coleta de dados que não pode falhar, porque é ela que sustenta a nota: data da cirurgia, médico, convênio e o que mais o faturamento daquele convênio exigir. quando isso vive em planilha e grupo de whatsapp, o que se perde é receita — material usado que ninguém faturou.

o material sai, mas continua sendo seua remessa vai para o hospital e o saldo permanece controlado como estoque da empresa, num local remoto — não some do sistema.
a cirurgia aconteceparte do material é usada em sala, parte não. até aqui, nada foi faturado.
os dados são coletadosdata da cirurgia, médico responsável, convênio e os demais campos que a nota vai precisar — registrados no próprio movimento, não num caderno.
e aí o caminho se divide cada item resolve do jeito dele, no mesmo controle.
usado em salavira faturamento, com os dados da cirurgia já amarrados ao documento.
não usadoretorna para a empresa e volta ao saldo disponível para a próxima remessa.

é controle de estoque remoto: a mercadoria está fisicamente em outro lugar, sob responsabilidade de terceiro, e mesmo assim continua visível, contável e faturável no seu sistema.

ver como a Center Hospitalar opera assim →

biju.ia

o estoque limpo vira pergunta respondível

com saldo e custo confiáveis, dá para perguntar em português o que antes exigia planilha — e receber o nome dos produtos, não um gráfico para interpretar.

giro
o que gira e o que dormequais itens sustentam a loja e quais só ocupam espaço e capital.
ruptura
o que vai faltargiro alto com saldo baixo, antes de virar venda perdida.
margem
onde a margem someproduto que vende bem mas deixa pouco — e por quê.
mix
o que sai juntocombinações que se repetem e que o balcão poderia estar oferecendo.

o estoque baixa na venda

tudo o que se controla aqui é consumido lá: o saldo aparece na tela do balcão, reserva no pedido em aberto e vira nota na hora de faturar.

ver vendas →

comece contando o que você tem

30 dias grátis, sem cartão. traga seus produtos e faça um inventário pelo celular — é o jeito mais rápido de descobrir a distância entre o sistema e a prateleira.