inventário pelo aplicativo
a contagem é feita no celular, lendo o código pela câmera. dá para colocar várias pessoas contando ao mesmo tempo, cada uma numa parte da loja.
o saldo vai direto para o erpestoque só serve para alguma coisa se o número for confiável — e quase nenhum é. se o seu está bagunçado, você não é exceção: é o caso normal. o que falta não é força de vontade para arrumar, é ferramenta que arrume junto com a operação rodando.
notas baixadas da sefaz · inventário pelo celular · vitrine que respeita o saldo
essa é a conversa que todo mundo evita. produto cadastrado três vezes, saldo que nunca bateu, item que ninguém sabe se ainda existe na prateleira, nota de fornecedor que nunca foi lançada. quem vende sistema finge que o cliente chega organizado — e quem compra sente que precisa arrumar tudo antes.
não precisa. a bagunça é o ponto de partida normal, e cada pedaço dela tem uma ferramenta correspondente aqui.
não existe um dia em que o estoque fica pronto e aí você começa a usar o sistema. é ao contrário: o sistema é como o estoque fica pronto — e ele vai melhorando enquanto a loja continua vendendo.
o jeito antigo é constrangedor de tão manual: o fornecedor emite a nota, você pede o xml, ele manda por e-mail ou whatsapp, alguém baixa o arquivo, importa no sistema e torce para ser a versão certa. quando o arquivo se perde, começa tudo de novo.
o biju baixa a nota direto da sefaz. assim que o fornecedor emite contra o seu cnpj, ela aparece no erp — sem ninguém trafegar arquivo, sem depender da boa vontade de quem vendeu.
quando um produto novo chega na nota do fornecedor, ele vem com a descrição que o fornecedor digitou — abreviada, em caixa alta, com a marca no meio do nome ou fora dele. quem cadastra às pressas repete isso no sistema.
meses depois o estrago aparece: o balconista não acha a peça porque procurou pelo outro nome, o inventário conta como se fossem itens distintos e a sugestão de compras divide o giro entre dois cadastros do mesmo produto.
dentro da entrada de mercadoria, o produto pode ser criado com ia: ela padroniza o nome, separa a marca e classifica o item seguindo o padrão que a sua base já usa — na hora em que a mercadoria entra, que é quando ainda dá para fazer certo.
FLT OLEO TECFIL PSL560filtro de oleo tecfilFILTRO ÓLEO - TECFIL PSL 560busca que encontra, inventário que soma certo e giro que não fica dividido.
medicamento, material hospitalar, alimento, cosmético: nesses ramos o mesmo item tem lotes diferentes, validades diferentes e dados regulatórios que precisam acompanhar a mercadoria até a nota.
o biju controla lote, validade, registro anvisa e os demais dados exigidos para esse tipo de produto — no cadastro, no saldo e no documento fiscal. o saldo deixa de ser um número só e passa a saber de qual lote ele é.
saber qual lote está vencendo é o que permite girar antes de perder — e responder rápido quando um lote precisa ser localizado.
a conferência que não acontece é sempre a mesma história: exige coletor de dados, coletor é caro, então tem um só — e com um aparelho só, contar a loja inteira vira projeto. com o celular que a equipe já tem, vira rotina.
a contagem é feita no celular, lendo o código pela câmera. dá para colocar várias pessoas contando ao mesmo tempo, cada uma numa parte da loja.
o saldo vai direto para o erpfotografe o item pelo app e a imagem sobe direto para o cadastro no erp, já com a marca d'água aplicada. sem passar por computador, sem editar depois.
catálogo montado enquanto se organiza a lojaimpressão a partir do próprio cadastro, no formato que a sua etiquetadora usa. o código na embalagem é o mesmo que o balcão lê.
gôndola, produto pequeno ou caixao mesmo aplicativo faz venda, entrega e cobrança — conheça o força operacional →
vender online o que não existe é o pior tipo de venda: você recebe, o cliente comemora, e alguém precisa ligar depois para desfazer. custa o pedido e custa a confiança.
a integração com nuvemshop e vendizap exibe somente os produtos com disponibilidade real. quando o saldo zera, o item sai da vitrine — sem ninguém precisar lembrar de desativar.
quando o estoque voltar, o produto volta para a vitrine na mesma lógica.
a maior parte dos sistemas responde só metade da pergunta: o que está acabando. mas dinheiro parado em prateleira é tão caro quanto venda perdida por falta.
a sugestão de compras do biju olha os dois lados. o que o giro pede para repor, e o que está encalhado e precisa liquidar antes de virar prejuízo. quem decide continua sendo você — o sistema entrega a análise, não a ordem.
produto com giro alto e saldo caindo aparece antes de faltar — na quantidade que o histórico justifica, não no chute.
item parado há tempo demais, ocupando espaço e capital. é a parte que ninguém olha e que costuma explicar por que falta dinheiro para comprar o que vende.
tem ramo em que o produto comprado não é o produto vendido. o açougue compra a peça e vende os cortes; a mesma lógica vale para quem monta kit, fraciona, embala ou industrializa.
a transformação registra isso no estoque: o item de origem baixa, os itens resultantes entram, e o custo acompanha a operação — em vez de alguém dar baixa manual e inventar o custo de cada corte.
açougues, hortifrútis, quem monta kit ou fraciona embalagem — o estoque acompanha a transformação.
quem trabalha com material hospitalar conhece a situação: o material vai para o hospital antes da cirurgia, fica lá em consignação, e só depois se sabe o que foi usado. o que entrou em sala vira faturamento; o que não foi usado volta para a empresa.
no meio disso existe uma coleta de dados que não pode falhar, porque é ela que sustenta a nota: data da cirurgia, médico, convênio e o que mais o faturamento daquele convênio exigir. quando isso vive em planilha e grupo de whatsapp, o que se perde é receita — material usado que ninguém faturou.
é controle de estoque remoto: a mercadoria está fisicamente em outro lugar, sob responsabilidade de terceiro, e mesmo assim continua visível, contável e faturável no seu sistema.
com saldo e custo confiáveis, dá para perguntar em português o que antes exigia planilha — e receber o nome dos produtos, não um gráfico para interpretar.
tudo o que se controla aqui é consumido lá: o saldo aparece na tela do balcão, reserva no pedido em aberto e vira nota na hora de faturar.
30 dias grátis, sem cartão. traga seus produtos e faça um inventário pelo celular — é o jeito mais rápido de descobrir a distância entre o sistema e a prateleira.