bloco, pré-moldado, colchão, embalagem, calçado ou móvel: o pedido vira lote, a fórmula dá o custo e o consumo real aparece ao lado da receita, insumo por insumo. sem planilha de produção e sem custo no chute.
espuma, papelão, couro, tecido ou cimento: o biju compara o que a produção consumiu com o que a fórmula pedia, mostra o desvio de cada insumo e atualiza o custo do que foi produzido.
blocos e pré-moldados, colchões, embalagens, calçados, móveis e estofados — o que for produzido por fórmula, em lotes ou bateladas
três jeitos de controlar a produção
toda fábrica sabe quanto vendeu. poucas sabem quanto custou o que produziu.
alguém anota o que foi produzido, outro lança no estoque e o custo é uma conta que ninguém revisa desde que a matéria-prima subiu.
a produção entra no estoque, mas não se liga ao pedido, não compara consumo com receita e não diz se o lote passou no teste.
pedido, lote, insumo, custo, qualidade e estoque no mesmo sistema da venda e do financeiro. o que a fábrica produz chega certo ao balcão.
do pedido ao lote
o painel de pedidos e produção mostra o que precisa ser fabricado. dali sai o planejamento — ou ele é feito à mão, para estoque.
custo
o custo do produto é calculado insumo a insumo pela fórmula, e o custo médio do estoque se atualiza a cada lote produzido. se um lançamento for desfeito, estoque e custo voltam juntos.
exemplo: 4 peças a R$ 10 em estoque + 3 produzidas a R$ 1.000 dão custo médio de R$ 434,29. desfez a produção? volta a R$ 10.
grade de produtos
quem fabrica móveis, estofados, colchões ou cortinas vende o mesmo modelo em dezenas de tecidos e cores. na grade você cadastra o modelo, os insumos comuns e o material de cada variação — e o sistema monta um produto para cada uma, com nome padronizado, ficha técnica e o preço da linha.
para fábricas de estofados, móveis, colchões, cortinas e persianas. características como "com ou sem zíper" chegam em breve. demonstração com dados de exemplo.
consumo
a diferença entre o teórico e o real é onde o dinheiro da fábrica some sem ninguém ver — seja espuma, cola, papelão ou cimento.
cada produto com a sua receita de insumos, e o consumo teórico calculado pelo que foi produzido.
o que a produção realmente consumiu, digitado no lote ou vindo do painel da máquina, quando integrado.
teórico × apurado lado a lado em cada lote, com o residual e o desvio em %. o insumo que foge da receita aparece na hora de fechar o lote.
qualidade
testes por categoria de produto, no prazo que cada uma pede — como os de 7, 14 e 28 dias do concreto —, num calendário que mostra o que está para vencer, o que atrasou e o que foi reprovado.
o que mantém o número certo
por isso o sistema recusa o que não faz sentido — e diz qual é o caminho de volta:
para o dia a dia da fábrica
o que os lotes em aberto vão consumir comparado com o estoque, com a falta em vermelho — antes de parar a máquina no meio da semana.
resumo por produto contra o estoque mínimo, e a distribuição do que foi produzido.
quanto cada máquina tem programado e quanto já produziu, para planejar a semana com o que existe.
comece
traga as fórmulas de dois ou três produtos e um pedido. a gente mostra o lote saindo, o custo calculado e o consumo comparado — no mesmo erp das vendas, do estoque e do financeiro.