perfis de tributação
o mesmo produto tratado de um jeito para a empresa contribuinte, de outro para o consumidor final e de outro para venda interestadual — sem duplicar o cadastro.
como funciona →é a pergunta que todo empresário está fazendo ao contador e ao fornecedor de software. a reforma ainda está em fase de testes, e é exatamente por isso que dá para se preparar com calma — desde que o sistema não seja o gargalo.
nenhuma empresa vai deixar de se adequar — a lei não dá essa opção. a diferença vai estar em quando cada uma consegue: quem tiver sistema preparado ajusta configuração com tempo, e quem depender de fornecedor atrasado ajusta correndo, em cima do prazo, com a operação rodando.
e correria em fiscal não gera só estresse: gera nota rejeitada com a loja cheia, obrigação entregue errada e retificação depois.
estar pronto cedo não acelera a reforma — encurta o seu risco.
a maioria dos sistemas amarra a regra tributária ao cadastro do produto: um item, uma tributação. quando a legislação muda, cada item precisa ser tocado — e é por isso que a adequação vira projeto.
no biju a tributação sempre foi perfil aplicado pelo contexto da venda: quem é o cliente, para qual estado vai, que legislação incide e em que regime a empresa está. tributo novo entra como comportamento novo do perfil, não como recadastro do catálogo.
o mesmo produto tratado de um jeito para a empresa contribuinte, de outro para o consumidor final e de outro para venda interestadual — sem duplicar o cadastro.
como funciona →matriz e filial podem estar em regimes diferentes na mesma conta. quando o regime de uma muda, a outra não é afetada.
operação entre estados →a validação aponta divergência antes de a nota ir para a sefaz, e a efd icms é pré-visualizada antes de seguir para o contador.
ver a efd →Sim. A configuração para gerar IBS e CBS já está em pé no sistema. A reforma segue em fase de testes, e o Biju acompanha esse período já preparado — não é um item previsto para o futuro.
Se o seu sistema atual não estiver preparado, essa é uma decisão que muita empresa vai acabar tomando. No Biju, a adequação acontece na configuração — você não migra de sistema para se adequar, nem compra uma versão nova.
Porque a tributação nunca foi presa ao cadastro do produto. Ela é um perfil aplicado pelo contexto da venda — cliente, estado de destino, legislação e regime da empresa. Um tributo novo entra como comportamento do perfil, não como recadastro do catálogo inteiro.
Não. Cada CNPJ do grupo opera no seu regime dentro da mesma conta, sem duplicar o cadastro de produto, cliente e fornecedor. Quando o enquadramento de uma unidade muda, as outras não são afetadas.
Continuam funcionando normalmente: NF-e de qualquer espécie, NFC-e ilimitada e EFD ICMS gerada do movimento real, com pré-visualização e validação antes de enviar ao contador.
dúvida sobre a regra em si é conversa para o seu contador — aqui a gente responde pela parte que é nossa: o sistema.
conte como é a sua operação — ramo, quantas empresas, em que regimes e quais estados. a gente mostra como o fiscal funciona hoje e como a adequação acontece na sua configuração.